Dia de Finados: mortos que fazem muita falta

Finados. Dia de lembrar os mortos.

Na redação, uma colega sugere: lembre-se de pessoas famosas que você admira muito, mortos que você queria que estivessem vivos.

A lista é imensa, mas escolhi oito nomes.

Antônio Carlos Jobim. O maior compositor popular do Brasil, o que melhor nos projetou internacionalmente com uma versão refinada do samba. Morreu em 1994.

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John Lennon. Musicalmente, não era o melhor dos Beatles. Mas era o mais inquieto, a maior personalidade do quarteto. Foi assassinado em 1980.

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Billie Holiday. A mais verdadeira das vozes do jazz. Na juventude, nem sabia que seria cantora, de tão natural que para ela era cantar. Morreu em 1959.

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Federico Fellini. Um verdadeiro poeta do cinema. Em seus filmes, deu universalidade à pequena Rimini onde nasceu. Morreu em 1993.

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François Truffaut. Mestre do cinema francês e da Nouvelle Vague. O que teorizou na juventude, como crítico, levou para a tela em seus filmes. Morreu em 1984.

Francois Truffaut, realisateur francais, posant au debut des annees 80, lieu inconnu.

Nelson Rodrigues. No jornalismo, na literatura, no teatro, escreveu sobre o Brasil e, principalmente, sobre o homem. Como nos faz falta! Morreu em 1980.

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Martin Luther King. Pastor da não violência, do pacifismo, das ideias generosas. Deveria ter vivido para ver Barack Obama na Casa Branca. Foi assassinado em 1968.

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Nelson Mandela. Sua história diz que há outros modos de fazer política. Morreu em 2013.

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