
O desenho das articulações na política estadual, para 2022, tem aos poucos moldado o comportamento da bancada governista na Câmara Municipal de Campina Grande. Parte é mais alinhada ao prefeito Bruno Cunha Lima (PSD), que já avisou que não deverá embarcar num projeto com o governador João Azevêdo (Cidadania).
A outra ‘banda’ busca uma aproximação com o Governo do Estado, no vácuo de um possível movimento feito pelo ex-prefeito Romero Rodrigues (PSD) – em direção ao Palácio da Redenção.
Alguns, inclusive, têm participado – sem embaraços – de agendas de Azevêdo.
Ontem, um debate entre os vereadores Pimentel Filho (PSD), Márcio Melo (PSD) e Rubens Nascimento (DEM) sinalizou como deverá ser o enredo na ‘Casa’ daqui em diante.
Pimentel criticou a situação de praças, a saúde e escolas públicas municipais e foi, logo em seguida, rebatido por Rubens Nascimento. Já Márcio Melo defendeu a necessidade de levar ao Legislativo as “demandas da população”.
Em meio à guerra fria na bancada o Palácio do Bispo deverá, em breve, viabilizar o ingresso de novos suplentes na ‘Casa’.
Até porque se os ventos continuarem soprando para uma divisão, no Estado, ‘romeristas’ e ‘brunistas’ terão muitos embates pela frente. Dentro e fora do Plenário.




